Apesar das noites bem dormidas, da barriga já recuperada, do sexo retomado, dos choros menos frequentes e das birras diárias, penso em outro filho(a).
A certeza do cheiro de bebê em casa de novo, da possibilidade de nascer em casa, da barriga se movendo em ondas, do pai trocando orgulhoso as fraldas de cocô e aquela emoção de ver pelo USG um ser que vc ama mais não conhece me envolve e diz que poderíamos ter outro.
Por outro lado, o medo das noites sem dormir, do seio cheirando a leite, da barriga flácida na quarentena, da instabilidade emocional, do provavel cíume da Luiza, e da falta de liberdade para tomar banho, ir ao cinema ou dormir de conchinha quando o bebê nascer me apavora.
O poder supremo de dar uma nova pessoa ao mundo.
A responsabilidade que isso acarreta.
A nova geração de filhos educados sem palmadas.
Desenvolver paciência para isso ser possível.
Colocar meus filhos em escolas construtivistas para formar pensantes.
Bancar financeiramente a educação.
Fazer o enxoval.
Bancar o enxoval.
Fazer um parto domiciliar
Vencer o medo.
Aumentar a família.
Dar um irmão á Luiza, mais um neto aos avós, mais um sobrinho aos tios, mais um primo, mais um bisneto, mais um afilhado...Mais um filho amado aos pais.
Mas no final das contas é sempre mais, até os gastos, são "mais"...
Vou pensar mais um pouco se estou preparada para somar.
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Um comentário:
Linda e doce Luiza!
Linda e doce sua progenitora!
Parabéns pelas peripécias conjuntas da filhinha!
Apaixonei pelo blog e não pude deixar de deixar um recadinho!
Lindas de verdade! =]
Sucesso às duas
PS: tentei no orkut, mas acho que você não aceita recados de quem não está adicionado ;D
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